sexta-feira, 12 de março de 2010

Nasceu o meu siso

Nasceram, nasceram

Com força, sem pressa

Certeiro, primeiro

Nasceu o meu siso abrindo o caminho

Era eu

Era a pele

Era o novo destino

Era pele de nova eu toda certeira

Era nova eu pele abrindo a porteira

Era gente, era tempo

Era bom de nascer

Sou bem vinda, bem vida

De longe se vê

De sonho e saliva

Vermelha gengiva

De querer crescer

E crescemos nós,

No saber, no saber.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Nossa, quase abandonei vocês, não foi? Já estava com saudade de escrever mais. Volto logo com mais textos e poemas! 

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

FELIZ
      O RISO
QUE NÃO PRECISA
           DE 
                MOTIVO!

só um pensamento.

Amadurecer me ensinou a esperar

A ter a calma dos mais antigos

Num sorriso de novo

Amadurecer é não se alarmar, não gritar

Encostar os lábios diante da força dos ventos

E mantê-los assim.

É descobrir que tudo pode sacodir lá fora

Mas aqui dentro silêncio, preservação.

E a fina esperança que nos diz que tudo podemos.

Amadurecer não é envelhecer no tempo

é aprender a senti-lo dentro de nós.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

verdeazul

É tão sol

E meu coração em mergulhados

De verde azul, verde azul

É tão abraçado branco

Esse céu

E tão espaçoso o riso em mim

Que abrigo passarinzisses todas

Há tantos suspiros e pulos, suspiros e pulos

Anúncios de verão

E eu quero uma corda solta, frouxa

diversidade de palavras na língua

Para dar férias a sílabas

Para deixar a alma se encarregar

De rolar na areia até virar onda

Mole, gostosa, mole…

E que ventorino é esse

Que balança meus fios carinho

Feito barulho de cadeira de vó

Feito enlace de dedos sabor baunilha

Poxa, nesse verão..

Eu também quero me pôr!

Em amarelo e laranja

Às cinco da tarde,

Pestanejando de brilho a areia.